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Underrated Portugal - Os Epígrafes 



Género:
Fusão de performance, música e poesia

Duração
:
Junho de 2014 - Até ao momento 

Membros: 
Helena "Ophelia" Craveiro
"The" Zé Bernardo
João "Senhor Nada" Pinto
Renato Botão
Xavier "Aquele" Lopes
Rui "banza"

Colaboradores:
Francisco Teles da Gama
Andreia "Guaxinim" Tavares    
              

Os Epígrafes surgem a 4 de junho de 2014 como um projeto de declamação de poesia juntando um pequeno grupo de amigos. Neste momento já englobam nas suas performances uma a duas guitarras que auxiliam e ritmam as atuações.  
Este grupo de amigos e artistas quase parece ter como berço a Faculdade de Letras de Lisboa, sendo que quase todos os membros fazem o seu percurso académico nesta instituição, facto que ajuda a perceber de onde é que vem este amor e paixão pela poesia e literatura. 


A formação inicial contava com Manuel, Helena (membro do núcleo de poesia e associação de estudantes da Faculdade de Letras) e Zé.

Já com o projeto iniciado, o passo seguinte foi escolher um nome para representar o grupo. "Os Epígrafes", foi segundo o colectivo uma escolha fácil, devido à admiração que o grupo tem por Zeca Afonso, compositor de "Epígrafe para a Arte de Furtar". Assim acharam por bem fazer uma homenagem ao músico e compositor português.


Os Epígrafes estão em constante evolução e adaptação do seu projeto. Iniciaram-se como um trio, mas rapidamente se tornaram num grupo maior, albergando um total de 7 pessoas na sua família. Cada elemento enriquece de forma diferente as atuações, uns têm uma origem diretamente relacionada com a poesia, outros estão mais ligados ao hip-hop. Para os ensaios, grupo tem preferência por se reunir por baixo da árvore do jardim D. Pedro V na entrada da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa ou em casa dos membros do grupo.

O processo criativo é uma questão difícil de definir, visto que por vezes são limitados pelas temáticas implementadas pelas pessoas que procuram o grupo. Quando têm a liberdade de escolher livremente, as opções são feitas entre poemas de autoria própria, por parte de Helena, Andreia e Xavier, assim como poemas de escritores que estes admiram e respeitam. As atuações decorrem de forma livre e nunca apresentam uma ordem previamente estudada.  






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